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11-03-2019
Revista «Pessoal»: janeiro/fevereiro 2019


O mercado de trabalho exige aos profissionais de todos os setores uma preocupação constante com o desenvolvimento das suas competências, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida e no contexto de revolução digital que atravessamos, os Recursos Humanos e a sua formação assumem-se, também, como uma prioridade para as empresas que pretendem alavancar a sua competitividade.

Tendo como certo que o sucesso de uma empresa, de um povo ou de um país depende da aposta na educação e na formação, cabe, cada vez mais, às universidades e às escolas de negócios a missão de preparar as sociedades para a mudança acelerada a que estão sujeitas.

Assim, no dossier principal desta edição de janeiro/fevereiro, procura-se explanar estas questões que adquiriram importância extrema, nos últimos anos, nos mundos académico e empresarial, numa tentativa de adequar, constantemente, os programas curriculares às necessidades do mercado de trabalho.

Por sua vez, os benefícios extrassalariais também têm vindo a assumir um papel cada vez mais significativo no seio empresarial quando se trata de atrair e reter talentos e perante a situação atual do mercado de trabalho – com gerações de profissionais tão distintas a trabalhar na mesma empresa, ao mesmo tempo – é preciso desconstruir o conceito “one size fits all” e procurar novas formas de motivar cada indivíduo de forma customizada.

Destaque, também, para o dossier dedicado à responsabilidade social e ambiental, que, nas últimas décadas, assumiu-se como nuclear na estratégia das grandes empresas, guiada pela preocupação dos stakeholders – consumidores, colaboradores, Estado, organizações não governamentais, instituições internacionais e até investidores sustentáveis – com os desafios de sustentabilidade social e ambiental com que se depara o mundo.

Na secção “Atualidade”, especial referência para o estudo prospetivo sobre o impacto da automação no futuro do mercado de trabalho português –elaborado pela CIP em conjuntocom a Nova Schoolof Business &Economics e a Mckinsey –, onde se prevê que 26% da automação potencial seja realmente adotada até 2030, tornando redundantes cerca de 1,1 milhãode trabalhadores; e ainda para o artigo do presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Paulo Sardinha, que reflete sobre os cinco pilares em torno dos quais a agenda e a própria atuação do DRH deverão ser organizadas: Educação, Trabalho, Liderança, Produtividade e Competitividade.

A «Pessoal» falou ainda com Elisabete Chaves, diretora na Unipartner IT Services, que através da recente parceria com o Holmes Place espera proporcionar uma melhor qualidade de vida para todos os colaboradores, potenciando a motivação e o engagement, tão fulcrais para o sucesso da empresa.

 
 
 
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