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20-11-2017
Encontro Nacional da APG discutiu futuro da Gestão das Pessoas


Mais de 200 pessoas acorreram no passado dia 16 de novembro ao Centro Cultural de Belém para assistirem ao 50º Encontro Nacional da APG e discutirem a robótica e a inteligência artificial, o trabalho e o emprego, as pessoas e competências e a neurociência e a gestão.

Uma das conclusões retiradas da discussão é que vivemos num mundo "VUCA", (do inglês: Volatility, Uncertainty, Complexity, Ambiguity), um mundo desafiante e cheio de oportunidades como nenhum dos nossos antepassados tiveram.

A inteligência artificial (IA) está hoje presente em quase tudo o que fazemos quando interagimos com um telemóvel ou um computador. Em 2025 irá ser lançado no mercado carros que se conduzem sozinhos, pilotados com recurso aos computares de bordo.

Sabemos hoje que cerca de dois terços dos empregos que a geração Z virá a desempenhar ainda não existem. O mundo que muito hoje estranhamos, amanhã será uma realidade.

Não tenhamos dúvidas de que os atuais desenvolvimentos irão transformar a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos mas o ser humano continuará a ser o protagonista da sua própria história pois os sistemas atualmente criados estão longe de ter a inteligência global, emocional e social dos humanos.

Não há padrão de software ou algoritmo que perceba quando alguém precisa de um abraço, uma palavra de conforto, um riso amigo, ou um simples olhar. À emoção que nos leva a tomar decisões que do ponto de vista racional não fazem qualquer sentido, a não ser fazer-nos a nós, seres únicos, imprevisíveis e com capacidade de sermos e fazermos alguém feliz com pequenos gestos. Será difícil descodificar cerca de cem biliões de neurónios, que constituem as unidades computacionais do cérebro.

Somos humanos, uma espécie que evolui para a integração, tolerância e aceitação da diversidade. Uma espécie que utiliza simultaneamente, os 5 (ou 6) sentidos para a compreensão e apreensão do mundo envolvente.

Compete-nos utilizar a tecnologia para tornar o mundo num mundo melhor. Um mundo onde os avanços da medicina sejam notáveis, onde os acessos a cuidados de saúde possam ser possíveis para populações carenciadas, com novas e diferentes oportunidades de combate à pobreza e escassez de recursos, onde seja possível restaurar o meio ambiente.

As mudanças têm um potencial de criação de riqueza único, mas igualmente um desafio de distribuição da mesma, de forma a não se acentuarem as desigualdades. Esse não é com certeza o mundo que sonhamos e que queremos deixar para as gerações seguintes.

Compete-nos, pois, utilizar a tecnologia para tornar o mundo num mundo mais justo, mais equitativo. Um mundo mais diverso, é certo, mas acima de tudo um mundo mais integrador.

 
 
 
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